terça-feira, 10 de abril de 2018

AINDA AS ARMAS QUÍMICAS NA SÍRIA.

Quando nos é servida uma refeição recentemente inventada, o primeiro gesto é provar, analisando o sabor, através das glândulas gustativas. Isto é mais ou menos, (ou devia ser) o que se passa com as noticias que nos vão servindo dia-a-dia. Não significa de todo que os meios de comunicação mintam, mas a forma como constroem as noticias, e, sobretudo a divulgação em massa de declarações mentirosas, ou pelo menos sem provas evidentes.
Uns acham que são os sírios os responsáveis pelo assassinato de civis com armas químicas, porque a campanha massiva foi feita, e uma mentira muitas vezes divulgada, a curto prazo, acaba por se tomar como verdade na mente dos menos informados, não se dando ao cuidado de pensar um pouco, questionando.
Analisemos então. Supondo que os inimigos das autoridades sírias são os grupos terroristas treinados e armados pelos países ocidentais que mais fazem propaganda anti-síria/russa, que vantagem teriam essas autoridades em usar armas químicas contra os civis (?), quando na realidade não se ouve noticia da morte de elementos terroristas causada por essas mesmas armas e a viverem no mesmo espaço, Dá que pensar! Em situações anteriores semelhantes, fez-se a propaganda mas nunca se chegou a saber de verdade quem utilizou as armas químicas, porquê? Estiveram lá equipas a investigar. No caso presente foram os russos a tomar a iniciativa duma investigação com equipa de peritos internacionais. E porque não foram os ocidentais os primeiros a procurar provas, com investigação isenta??? Pois!
De referir que não estou, nem quero aqui defender ninguém em especial, mas sim a verdade dos factos. Por isso é que penso no assunto/s e procuro respostas credíveis, através dos dados disponíveis e da própria história.
LC

segunda-feira, 9 de abril de 2018

O DESEJO DE DOMÍNIO, O ESPÍRITO DE GUERRA E A EXTORSÃO DE RIQUEZA.

O rebentar da guerra na Síria, através de grupos terroristas previamente treinados e armados por países acidentais, teve como objectivos principais: a eliminação de Bashar-Al-Assad do poder, a colocação de canalhas serviçais nesse mesmo poder e a usurpação dos seus recursos naturais. Tal qual como aconteceu com o Iraque, Líbia e outros, onde, após o assassinato dos seus lideres, reina a miséria e o caos, mas que não se faz noticia.
Como é do domínio publico, o caso da Síria não triunfou às mãos assassinas, resultado sobretudo da entrada em cena de militares russos a pedido das autoridades sírias. Enraivecidos e desiludidos, terroristas e apoiantes, com o desenrolar dos acontecimentos, desfavoráveis, há que, como é seu modo de operar, criar pretextos (conspirar) que justifiquem uma possível invasão àquele país. Trump já admitiu essa possibilidade, acusando, juntamente com os habituais acusadores, sem que para tal tenham sido apresentadas provas concludentes. No actual contexto, nada melhor que mais um atentado com armas químicas contra civis inocentes, acusando, sem provas, o presidente sírio, pondo em causa o auxilio militar russo, tal como aconteceu com o envenenamento do ex-espião russo. O presidente sírio foi sempre acusado de todos os ataques a civis com armas químicas, em nenhum deles foi provado quem lançou tais armas. Criar a situação perfeita, com custo de vidas humanas, fazer a campanha suja com base em mentiras, cuja comunicação social, ao seu serviço, divulga até à exaustão. Está assim preparada a opinião publica mundial para a continuação da guerra até ao golpe final.
Ao que se sabe, militares norte-americanos operam em território sírio, a pretexto de combaterem terroristas, (cruéis sanguinários sem rosto, armados e treinados pelo ocidente) sem que para isso tenham sido convidados. Pode estar aqui o despoletar duma guerra de proporções incalculáveis, entre o ocidente e o oriente.
Por muito que alguma (muita) opinião publica não queira admitir, as elites norte-americanas, NATO e seus correligionários europeus são de facto o demónio do mundo!

terça-feira, 25 de abril de 2017

A ASSEMBLEIA DE 30 DE MARÇO DA COOPPOVO - A LIBERDADE DE EXPRESSÃO E O SEU CONDICIONAMENTO.

Após tomar conhecimento a quase um ano do ato eleitoral da Cooppovo, de que não havia ninguém que se propusesse a formar uma lista concorrente aos órgãos sociais, tomei a liberdade de avançar para que a vida desta empresa cooperativa não terminasse ingloriamente, apesar de suspeitar das enormes dificuldades econômico/financeiras existentes. Estava em causa o emprego dos trabalhadores, mas também os benefícios econômicos aos respetivos sócios/consumidores. Desta forma, e porque é meu principio proceder em toda a linha com honestidade e transparência, propus-me fazer alguns contatos que achei pertinentes, tanto no sentido de melhor informação contabilística, como dever informativo da minha iniciativa para com a instituição política com responsabilidades históricas nesta empresa cooperativa. Aqui, fui informado que já havia uma lista em formação. Fiquei algo surpreso, quando meses antes não se vislumbrava alguém para assumir tamanha responsabilidade! Claro que já tinha dado a conhecer a minha iniciativa de forma informal, tendo nessa altura o meu interlocutor afirmado perante a minha pessoa que o partido não formava lista. Nada disso. Foi exatamente do partido que saiu a unica lista concorrente. Coerência, onde?!
Apesar do esforço, não foi possível completar a lista até à data do ato eleitoral, completando-se poucos dias depois como prevenção para qualquer eventualidade. Não obstante, foi notado algum indicio de tentativa para que a mesma não se constituísse, não compreendendo porquê, visto estar em causa, na qualidade de sócio em pleno gozo dos meus direitos e deveres, a liberdade de opção, a democracia, o interesse pela vida da empresa e consequentemente o futuro dos postos de trabalho.

Posto isto, na assembleia geral de 6 de Janeiro, tomei nota duns discursos de consumo imediato onde fui indiretamente acusado de provocar divisionismo, com o qual se poria em causa o emprego dos trabalhadores. Até parece que estávamos num combate de politica partidária/eleitoral, cujos intervenientes se situavam no mesmo campo ideológico. Enfim, criancices sectárias! O divisionismo, este sim, estava bem patente na sala onde decorreu a assembleia, em que um pequeno grupo de trabalhadores se destacou posicionalmente em relação aos restantes!  Apetece perguntar, visto não estar vinculado a nenhuma instituição partidária, se tenho que prestar satisfações a quem quer que seja pela minha inciativa. Imagino se estivesse!...  Mesmo assim, disponibilizei-me sempre para dialogar. Também se pode deduzir destes discursos acusatórios que qualquer outra iniciativa que não venha dos que se julgam senhores da Cooperativa, não é provida de capacidade para dirigir com sucesso os destinos da mesma. Mas, diz-nos a história que a Cooperativa nas mãos destes e doutros "oradores", teria encerrado a sua atividade tão depressa como abriu. Os últimos seis anos de gestão totalmente incompetente e infantil confirmam isso.
Noutra banda me sugeriram voltar a falar com a entidade com quem já tinha contatado. Ainda hoje estou para saber porquê, mas talvez entenda, tendo sido, na mesma conversa, pronunciado o nome de alguém com competência (na ótica do meu interlocutor) para inverter o rumo da Cooperativa. Dito isto, uma vez mais deduzo que alguém, na minha frente, me dizia, sem conhecer as minhas capacidades: "não tens competência para assumir tamanha responsabilidade". Mas, adiante.
 A honesta inciativa que tomei sobre os contatos já anunciados, foi o pior que me podia ter acontecido. Quando pensava que estava entre amigos, enganei-me redondamente. É mais uma lição onde se ficou a conhecer muita coisa e nada se aprendeu!

Onde estava então essa rapaziada dos discursos tipo "lata de coca-cola", que informações recebiam sobre o estado da Coop, que consumo faziam que nunca antes os tinha visto dentro da Coop, quando eu passava por lá quase todos os dias a qualquer hora, quando nos últimos mandatos os empregos na Coop. estiveram sempre em risco? Para não falar do estado de decadência econômica/financeira que a Coop vinha sofrendo às mãos dum incompetente, armado em herói empreendedor, para quem, qualquer ideia que não surgisse do próprio não tinha qualquer valência e era para deitar abaixo sem argumentação válida, muito menos posta à discussão em reunião de direção. Que se deu ao luxo de tomar decisões, pelo menos uma, à revelia dos restantes membros da direção, com a total complacência de alguns, sobretudo no ultimo mandato. Um individuo que afirmava colocar em primeiro lugar os investimentos mais urgentes, quando em boa verdade se dava prioridade ao que era publicamente visível, em detrimento daqueles que só os trabalhadores conhecem.
Onde estava então essa rapaziada tão "defensora" dos postos de trabalho, enquanto alguns trabalhadores iam sendo afrontados nas suas liberdades básicas individuais?
E os inquéritos levantados a trabalhadores com base em suspeitas? Nenhum deles deu prova das acusações. Tudo leva a crer que se tratava de pura perseguição a alguns trabalhadores. Quem são na verdade os defensores dos trabalhadores, quando a prática para com alguns era bem ao nível dos mais ásperos patrões?
Trabalhadores mais antigos acusados de vícios, mas foi com muitos destes que a cooperativa cresceu.
Que informações tinham sobre um trabalhador que foi severamente magoado em plena reunião de direção com seus companheiros de trabalho, a cujos companheiros se deu inicio a uma tentativa de castigo por responsabilidades não assumidas pelo responsável maior da empresa, em que a determinada altura esse responsável toma a decisão de se levantar para sair sem dar por terminada a reunião que convocou, deixando a falar sozinhos os restantes presentes, incluindo o Eng. alimentar e a diretora financeira que já tinha dado sinal para falar, juntamente comigo? O trabalhador magoado acabou por sair passados poucos minutos sem sequer pedir licença, acabando por recorrer à baixa médica passado algumas semanas, não mais tendo regressado ao trabalho.
E as omissões perante os restantes membros da direção, do que verdadeiramente se passava dentro daquela empresa?
E as reuniões para resolver problemas em que o bom senso teria resolvido facilmente, que envolveram todos os órgãos sociais, mais a representante jurídica, onde ficou patente a figura de otários que fizeram todos à excepção do "herói" da direção.
Nem vou falar nalguns conflitos com alguns fornecedores, porque careço de informações detalhadas e precisas. Estes que são essenciais ao normal abastecimento da Coop., deve sempre prevalecer o bom senso no respetivo relacionamento, sobretudo num momento em que a Coop precisa mais deles do que eles da Coop.
Talvez gostem de saber que, depois de terminada a assembleia geral de 30 de Março, à saída da porta principal, onde estava à conversa um pequeno grupo de pessoas, entre os quais se encontrava o agora presidente da direção, em que este exibiu para mim um gesto físico que considero ameaçador, acompanhado duma frase sobre ética, creio, relacionada com a minha intervenção em plena AG, por considerar estar em causa a questão ética dum empresário insolvente candidato a dirigir o futuro da Coop., tal como acontece nas instituições publicas. Após ter passado por esse grupo de pessoas sinto a bater-me numa perneira das calças, um cigarro incandescente, sendo que, a unica pessoa que vi a fumar era a mesma que inclinou o corpo ameaçadoramente. O mesmo individuo, em silencio durante toda a AG, nunca se manifestou em sua defesa, após alguns oradores, incluindo eu, se referirem à sua condição de insolvente. Depois reage desta forma bem fora do local onde se devia ter defendido. Fica-se assim com melhor conhecimento do tipo de pessoa que assume a responsabilidade de dirigir uma empresa com mais de cinquenta postos de trabalho! Nem vou falar de pessoas que se fazem associados  à pressa, dias antes, tal como esse sr. fez, para se candidatarem a um cargo de grande responsabilidade, algumas das quais nunca antes tinha visto na qualidade de sócios consumidores. O que move então as pessoas que parece só aparecerem para cargos de direção da Cooperativa?
E as irregularidades, durante e após o ato eleitoral de seis de Janeiro?!
Posto isto, mais ou menos o que pretendia expor no local certo (assembleia geral), na qual, quando no uso da palavra, vejo alguém à minha frente a acenar freneticamente para a mesa da assembleia. Fui de imediato interrompido pelo presidente da mesa para dar lugar ao orador que pediu a palavra. Nunca tal imaginei que fosse possível, interromper um orador sem que terminasse o seu discurso, a não ser   por algum motivo que o justificasse. Não creio que situações semelhantes se passem noutras assembleias gerais, em organismos públicos e até privados, salvo se o orador usar de termos verbais inaceitáveis, não era o caso.  Lamentável, quando a interrupção parte de alguém com responsabilidades públicas locais. Gostava de ver esse senhor a ser interrompido num organismo publico por motivos idênticos! É certo que o sr presidente da mesa, que parece desconhecer o que é isenção, sobretudo no cargo que exerce, perguntou-me com voz ingenua se queria continuar, ao que respondi, não. Quem nesta situação se sente em condições emocionais de continuar o discurso, depois de perder o fio à meada?! Só posso interpretar a interrupção como tentativa deliberada de me silenciarem. Pelos vistos há verdades que incomodam e por isso devem ser silenciadas. Não me causaria estranheza este acontecimento, se não viesse de onde vem.
Dado os princípios que tenho defendido toda a minha vida, tudo isto me leva a pensar que tenho andado errado há décadas. O orador em causa argumentou que eu estava a falar em abstrato e devia pronunciar nomes, quando o mesmo, minutos antes usou da palavra acusando alguém (sem mencionar nomes) de tentar confundir a atual direção da Coop. com a instituição política com que a Coop está conotada, como se isso não fosse verdade. Que excelente oportunidade para nada dizer! Até nas redes sociais se lê em abstrato do mesmo senhor! Por aqui se pode atestar a coerência de certas pessoas, que exigem dos outros o contrário da forma como se expressam.
Como se não bastasse, vem lá de trás outro orador como reforço do primeiro, afirmando que o melhor seria estar calado. Oh senhores, essa liberdade de expressão, cujo condicionamento e proibição julgava banida há mais de quarenta anos?!  Significa que o direito a falar em abstrato é só para alguns, como se do assunto em apreço não se percebesse perfeitamente de quem se tratava. Da mesma forma como percebi que os tais discursos eram dirigidos à minha pessoa. Forma ardilosa e subtil de calar a voz dos outros, daqueles que não encobrem arbitrariedades e injustiças, venham elas de onde vierem. Sem margem para duvidas, fui um alvo a abater neste processo.
Portanto,  para terminar, e por muito que isto custe a certos senhores, tomei a liberdade de exercer publicamente um direito, o qual me foi condicionado no local certo, Assembleia Geral de 30 de Março de 2017.

sábado, 15 de abril de 2017

As coisas que nós aprendemos no facebook. Quando não fazemos as coisas que alguns "amigos" querem que façamos, ficamos sem direito a "likes" deles. E esta hein? Felizmente que são poucos.

segunda-feira, 16 de novembro de 2015

LÁGRIMAS SECAS.

Nunca modifiquei a minha foto de perfil por causa fosse do que fosse. A bandeira do meu país tem como cores base o verde e vermelho, e se tivesse que mostrar sentimentos através das cores duma bandeira, seria por esta, cuja bandeira tem sido muita vez traída e desrespeitada por certa classe política bem conhecida de todos. Alguns familiares dos mais queridos já foram e nem por isso me pintei de preto para mostrar aos outros o que sinto. Sei que gostavam de mim e eu deles, isso basta, não importando o que os outros possam pensar.
Os meus sentimentos por aqueles inocentes a quem tiram a vida indiscriminadamente, seja na França ou noutro qualquer lugar do planeta, não estão na exibição de cores dum país no meu perfil. Os sentimentos mais nobres de cada um de nós estão nas ações da vida prática para com os nossos semelhantes. Não são os símbolos, sejam eles quais forem que os definem. Se tivéssemos que mostrar sentimentos por todos os crimes que se cometem no mundo, não havia cores que chegassem para o demonstrar!  É por isso que uma vez mais afirmo que muitos governantes de m{#)@ do ocidente derramam lágrimas hipócritas de crocodilo sobre as vitimas que vão sendo assassinadas pelas armas por eles fornecidas. São armas que acabam virando-se contra o feiticeiro, mas acertam ao lado.
Infelizmente continuamos a viver num mundo de mentira, de ilusão e de hipocrisia absolutas, e sobretudo de guerras injustas. Apesar de muitos povos terem ao seu dispor a liberdade de escolher quem dirige os seus destinos, esta liberdade é condicionada pela manipulação e exploração da ignorância política duma grande parte do povo inculto e isolado, sem acesso a informação verdadeira. É assim que inocentemente os povos são vitimas das ações dos carrascos que escolhem para governar. 
Há mentalidades incutidas e enraizadas que demoram séculos a dissipar-se. É um processo lento, mas o dia da verdade acaba por chegar. É assim que muito lentamente os povos se vão libertando dalguns mitos e preconceitos, o que levou a que se registasse em Portugal nas ultimas eleições uma lenta e tímida viragem na política, o mesmo vai sucedendo um pouco por todo o mundo. 
Que o mundo esteja no inicio duma inversão de valores e práticas criminosas e terroristas, creio ser o desejo ardente dos povos simples que lutam por uma paz verdadeira e duradoira, sem hipocrisia nem mentira.

Luis Cardeira

quarta-feira, 28 de outubro de 2015

O ACORDO, ONDE ESTÁ O ACORDO.


Depois dum sem número de patranhas e tantos anúncios de governação ilusória, veio a campanha eleitoral do medo propagandeada até à exaustam. Não só ao longo dos quatro anos de desgovernação, em que massacraram o publico, acusando indiscriminadamente o partido socialista como sendo a raiz de todos os males deste país (e não se lembraram do papão comunista), como depois no período eleitoral em que montaram uma campanha feroz de que, se o PS fosse o partido mais votado, seria andar para trás, era bancarrota, a falta de dinheiro para pensões, salários, subsídios, e sabe-se lá mais o quê. Perdia-se todo o "trabalho" até então realizado pela pandilha mais conhecida pelas siglas psd e cds. 

Realizado o acto eleitoral e conhecidos os respectivos resultados, eis que se muda a cassete (a tal cassete, aquela da qual o psd se apropriou). "Nós ganhamos as eleições temos o direito a formar governo", mas....chatice das chatices, não há deputados que cheguem para apoiar consistentemente a continuação da destruição do país, do estado social, do assalto aos salários e pensões, a venda do que resta do patrimônio do estado ( de todos nós)  a preços de saldo e a entrega continuada da nossa soberania à ganancia dos chamados mercados do grande capital internacional e aos desígnios da nato, bloco militar agressivo e desnecessário. 
Uma vez que os seus deputados não chegam para o que se pretende, coloca-se a necessidade de lançar apelos incessantes ao PS no sentido dum amplo apoio às suas políticas destrutivas, e desta forma a continuação de domínio do poder político executivo. É aqui que surge o lado bicudo da questão.  O PS não estará disposto a participar num governo na posição dum qualquer subalterno, apesar da oferta de segundo lugar a que essa figura abjeta a que chamam p. portas se disponibilizou dispensar. Afinal o partido que antes foi a desgraça do país, agora já serve para participar no conluio do que têm sido as governações danosas de há quase quarenta anos. Seria uma péssima decisão aceitar tal proposta depois de tudo quanto foi propagandeado durante os quatro anos da legislatura contra os socialistas.  Mas não é este o maior "drama" para essa direita radical chefiada por passos coelho/paulo portas e patrocinada por cavaco silva.  O fim do mundo e a "catástrofe" é a possibilidade evidente do PCP e BE apoiarem um governo do PS!  Após a decisão patriótica do PCP em anunciar que por sua parte não deixaria de haver entendimento à esquerda entre PS/PCP e BE para a formação dum governo que ponha fim ao estado de penúria a que votaram o país e a maioria do povo, é que se deu o grande "choque elétrico" que atingiu a Páf em toda a sua dimensão. De tal forma que os deixou nervosos e inquietos. Esse nervosismo nota-se em cada declaração e em cada entrevista dos seus elementos. Todos alinham pelo mesmo argumentário, o do chefe, sendo actualmente o absurdo da assinatura do acordo à esquerda que já deveria ser do conhecimento publico. Eles até diziam que esse entendimento devia ter sido anunciado antes das eleições. Enfim, a inquietação é tal que se contradizem ao dobrar de cada esquina, perdendo a capacidade de raciocinar com lógica. 
Quem em 2011 teve conhecimento antecipado da coligação que entretanto se formou, psd/cds??? E em actos eleitorais anteriores onde posteriormente o cds foi muleta doutros governos, quem se lembra de ter havido algum acordo antecipado de governação, escrito e assinado ???
Psd/cds perderam votos e deputados. O PS, apesar de não ter atingido o resultado a que se propôs, aumentou o numero de votos e deputados. O PCP também subiu no numero de votos e ganhou mais um deputado e o BE dobrou a sua representação parlamentar. Portanto, houve clara indicação do eleitorado para a formação da tão desejada coligação de esquerda. Que querem agora? 
Acordem os acordos que quiserem, mas respeitem a democracia e a vontade expressa do eleitorado nas urnas. 

Eles querem comer tudo, eles querem comer tudo e não deixar nada. 

Luis Cardeira

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015

A UE, A GRÉCIA E O RESPEITO PELAS DECISÕES SOBERANAS DOS POVOS.

Para quem se interessa por estas coisas da política (elas dizem-nos directamente respeito), não pode deixar de seguir com particular interesse o caso da Grécia.
O braço de ferro entre as partes está estabelecido e se a corda parte poderá não trazer beneficio a nenhum dos lados. O Syriza está a tentar não defraudar as expectativas dos que o escolheram para formar governo e, de certo modo, bater o pé aos poderosos que efectivamente mandam na UE. Sendo certo que a chantagem por estes exercida contra o povo grego, e por extensão aos povos do sul, é um facto! Sendo também um facto que esses poderosos só respeitam a autenticidade democrática quando o resultado lhes é favorável! Por outro lado os poderosos fazem todos os esforços para que o governo grego siga as políticas por eles impostas de modo a este sair queimado perante o seu povo e sobretudo perante os  que nele confiaram o seu voto.  Aceitar tais imposições seria uma derrota humilhante para o Syriza, seu governo e sobretudo para o povo grego.  De certa forma essa humilhação atingiria também os países do sul, por se encontrarem em situação semelhante. Mas existe o tal factor importante que obriga os poderosos a tomar alguns cuidados, não vá a Grécia ter que sair do euro, e nessa altura pode acontecer o principio do fim da UE, dominada por capitalismo retrógrado. A verificar-se o desmoronamento da união monetária e da UE, ficariam no imediato todos a perder, mas certamente, com a recuperação da soberania aos países mais pobres, seriam os mais ricos a não explorar da mesma forma os mais fracos. 
Ficaremos atentos, que os gregos não se dobrem perante os poderosos e arrogantes, e sirva de exemplo aos povos em circunstancias semelhantes, sobretudo a nós portugueses.

Os fortes nem sempre ganham!!!

Luis Cardeira

domingo, 23 de novembro de 2014

"O MENINO DE OURO".

Como é do conhecimento publico, este "menino" está apenas indiciado de diversos crimes, hipoteticamente cometidos enquanto governante, chefe de dois governos, por isso, não vamos desde já acusar o "menino" de criminoso. De mentiroso já foi acusado há muito e não faltarão gravações televisivas e radiofónicas para o demonstrar. Quando um político com as responsabilidades que ele teve, mostrou ser um mentiroso sem carácter, a veracidade das suspeitas que sobre ele recaem agora, ganham, perante os olhares do publico não socrático nem sectarista, uma dimensão maior com tendência para se aceitar como factos verdadeiros, aqueles de que está indiciado. Mas, vamos deixar que a justiça se faça com verdade e que esta ganhe a credibilidade perdida, que o povo volte a ter motivos para nela voltar a acreditar e sentir que não está tudo perdido neste País. Não obstante, os casos mediaticamente conhecidos de tanta corrupção e negócios de lesa pátria, com alguns detidos, outros com pulseiras electrónicas e outros ainda em prisão domiciliária! Dão-se os julgamentos, com o mínimo mediatismo em relação ao inicio dos respectivos processos, e quando damos conta nada aconteceu ou foram poucos os que efectivamente foram condenados. Condenados mas nunca confiscados dos valores que terão extorquido ao erário publico! Lembremo-nos do escandaloso caso financeiro do BPN em que terá havido trafulhice da grossa (por alguma razão esse banco foi nacionalizado e posteriormente quase oferecido) e não houve trafulhas. Principalmente neste caso se poderá perguntar que justiça foi esta, em que se deu conta dum enorme roubo e não há ladrões!
Provavelmente o caso do "menino de ouro" irá ter o mesmo caminho, ou não se trate duma figura publica de grande relevo. 
Em certa medida a sua condenação publica já está feita pela larga divulgação mediática, mas esta condenação não passa dum lampejo, da qual, daqui a alguns dias poucos se lembram, porque entretanto, outros casos mediáticos virão à luz do dia preencher as manchetes dos jornais, rádios e TV's, e tudo se dissipa rapidamente.   Quem nos diz que esta "bomba" não surgiu por mero acaso, ou não houvesse outras "bombas" a ocupar a comunicação social (BES, tecnoforma, citius, colocação de professores, vistos gold e a aproximação de eleições legislativas), e que não convém esquecer! 
Não tem faltado por aí quem, com linguagem politicamente correcta tente esbater o impacto que este caso poderá provocar nalguns sectores, sobretudo no partido então liderado pelo "menino de ouro", cujo novo secretário geral e seu antigo nº 2 foi eleito quase em simultâneo ao surgimento da noticia. Este não se fez esperar e veio de imediato dizer que não apaga o "menino" das fotos, ao invés (diz ele, desenterrando velhos mitos) do stalinismo. Digamos que o stalinismo foi coisa "má" e agora, o "menino de ouro" não é coisa boa .... mas fica  na foto.
Amigos não faltarão a seu lado e em sua defesa.
Ele (o seu partido) recebeu numa das eleições cerca de 2,5 milhões de votos e, certamente que entre estes, muito lhe são fiéis.
  
Angustiante é saber que, aconteça o que vier a acontecer, as vitimas das malfeitorias desta classe política decrépita (salvo as devidas excepções) são sempre a maioria do povo, o qual, resignado e fatalista, irá de novo escolher políticos da mesma estirpe, seja de forma prática e directa, ou sob a forma de alheamento total e indiferença.

Luis Cardeira

quarta-feira, 2 de julho de 2014

ODEIO-TE MAS QUERO-TE!

O pessoal do PSD anda há três anos a atribuir culpas ao PS pelo descalabro económico do País. É verdade que a sua política foi desastrosa na pessoa do então primeiro ministro Sócrates e seus governos, apesar, como sempre, dos alertas e denuncias desse previsível descalabro pelos "cassetes". (afinal os cassetes tinham razão!) Mas este continuar de desculpas de mau pagador, ou melhor, de mau gestor, só serve para encobrir e disfarçar a política, também desastrosa, deste grupo de malfeitores... malfeitores sim, porque é disso mesmo que trata a sua política: empobrecer descaradamente quem não é rico e enriquecer quem não é pobre. 
Uma forte contradição dessa gente do PSD salta à vista dos mais atentos.  Afirmam constantemente que o PS provocou a bancarrota e foram eles (os iluminados do PSD/CDS) que salvaram o País da falência e que até já mandaram a troika embora.  
O PSD/CDS não se coíbem de usar a palavra SOCIALISMO (percebe-se a intenção) para caracterizar a herança económico/financeira deixada pelo PS, ao mesmo tempo que não se cansam de lançar constantemente apelos a esse partido para compromissos futuros.  Então, se o PS é o partido da desgraça da nação, (não é mentira, juntamente com esses dois partidos) porque motivo lhe lançam convites para compromissos futuros??? Se eu procuro um profissional para reparação da minha viatura, o qual faz um mau trabalho de modo a causar-me prejuízo, além de não permitir que as suas mãos voltem a mexer na respectiva, ainda lhe peço responsabilidades!!!

Como se trata duma espécie de comadres que ora se fazem zangadas ora se juntam para mais uns "copos", nada nos garante que daqui a uns tempos não haja compromissos, mais ou menos camuflados, daqueles que o povo bem conhece, a continuação da mesma política com que nos têm brindado em trinta e oito anos.

Luis Cardeira

segunda-feira, 23 de junho de 2014

LIBERDADE, DIGNIDADE E INJUSTIÇA!

Toda a gente fala e preza a liberdade, a sua liberdade, que pode não ser a liberdade dos outros.  
Será a liberdade algo indiviso e universal, ou cada um tem e quer a sua própria liberdade?

Eu quero a liberdade de não ser desempregado.
Quero a liberdade dum salário justo.
Quero a liberdade de acesso a um SNS que me mantenha saudável.
Quero a liberdade de acesso a qualquer nível de ensino de qualidade.
Mas também quero liberdade para contribuir condignamente.
Quero a liberdade de exprimir tudo o que sinto, com respeito e disciplina.
Quero a liberdade de respeitar o meu semelhante, desde que ele seja provido da mesma liberdade.
Quero ter liberdade de reunir e associar.
Quero apenas a liberdade fundamental que dignifica o ser humano enquanto tal.
E também quero envelhecer livremente feliz!

Mas não preciso de liberdade para roubar, corromper, mentir, ludibriar, ultrajar, assassinar, nem para passar por cima de alguém.  
Não interessa se sou operário, mineiro, pescador ou agricultor. Não interessa se sou doutor, engenheiro, arquitecto ou político, sou apenas um ser humano igual, com sentimentos, emoções, desejos e ambições, que está obrigado ao respeito pela dignidade dos outros.

A liberdade não é uma só!  Sim, porque há os que lutam pela liberdade de mentir, corromper, roubar, injustiçar, burlar, desrespeitar, ultrapassar, reprimir, condicionar, etc., etc...  Afinal que liberdade é esta...???!!!

A liberdade requer direitos e deveres, dignidade, disciplina, respeito, justiça e igualdade de oportunidades!!! Esta é a liberdade porque luto, outros lutam pela outra.  
Há pelo menos duas liberdades, antagónicas, que não coexistem pacificamente.  Uma reprime e condiciona a outra!  A minha há muito que foi escolhida! E tu, já escolheste a tua??? 

Luis Cardeira

sábado, 21 de junho de 2014

A SITUAÇÃO UCRANIANA E O FUTURO DA EUROPA.


Existirão porventura muitos cidadãos bem intencionados que acham que o actual poder (ilegítimo) da Ucrânia não é de carácter nazi-fascista. Até acham que os chamados pró-russos é que são os maus, só porque as suas afinidades históricas estão mais próximas da Rússia, mas nem por isso são menos ucranianos que os outros.  Quer isto dizer que há muito bons cidadãos que aceitam com passividade solene e sem critica, um poder que poderá criar raízes mais profundas e resvalar mais tarde, senão mais cedo que o imaginável, para nova guerra à escala europeia ou mesmo mundial. É costume dizer-se que "quem te avisa teu amigo é"! Poderá nem sempre ser assim, mas vale sempre pensar no assunto, não vá o diabo tecê-las e depois seja tarde para o arrependimento.  Prever e precaver é sempre uma boa forma de evitar o indesejável!  Se transportarmos isto para a política portuguesa relativamente à UE (CEE) e respectivo euro, (não só) verificamos que alguém alertou o povo em devido tempo, tendo sido na altura negligenciado,  prevalecendo nas mentes da grande massa popular a opinião daqueles que posteriormente foram os grandes protagonistas que descaradamente transformaram o País numa coutada de miséria para a maioria e de concentração de riqueza opulenta para alguns. Mas sempre à custa daqueles que acreditaram, e muitos até que ainda não se convenceram!

Falar naqueles que manifestamente se identificam com tais ideologias, é pura perda de tempo, porque no seu intimo existirá apenas o "eu" e a propensão cínica e diabólica para a violência contra os povos humildes, com vista ao poder dominantemente absoluto e antidemocrático.

Posto isto, nunca é demais que cada cidadão de boa fé ponha em evidencia qualquer alerta que à partida lhes possa parecer um acto de puro extremismo ideológico.  

Que todos aprendemos com os erros do passado, assegurando o presente e viabilizando o futuro!!! 

Luis Cardeira

quarta-feira, 28 de maio de 2014

A VITÓRIA COM SABOR A DERROTA E A DERROTA OMISSA.


Os dirigentes do PS estão a recolher o resultado da triste sementeira política que fizeram em 38 anos. Mas quem recolhe a parte dolorosa é o povo trabalhador! 

É de lamentar, porque quem se ri neste momento é o passos e o portas! Não porque tenham ganho as eleições, mas pela "folga" que lhe é prestada pela comunicação social, a qual tem todas as baterias apontadas ao PS. O mais certo é que esta folga lhe irá permitir estudar e preparar mais umas "doses", daquelas bem apimentadas que a maioria dos portugueses bem conhece. Pelos vistos, e pelo resultado eleitoral que tiveram, ainda consideram ter bastante margem de manobra para continuarem no caminho da destruição do País e do povo!
Os actuais dirigentes do PS não vão aprender com a lição e não vão mudar de rumo, mas não é por isso que vamos agora apontar as agulhas só para eles (PS) e deixar os trafulhas do PSD/CDS em banho-maria. Estes são os nossos principais inimigos, cujo derrube do poder é uma urgência! 
Como vemos, esta situação pós eleições é inédita, porque assistimos à convulsão dum partido político como se tivesse sido ele o grande derrotado. Tudo porque estavam habituados a vitórias folgadas em circunstancias semelhantes, e o povo pode "dormir" por longo tempo, mas não o tempo todo, e desta vez trocou-lhe algumas voltas. 
Não esquecer o que está na base desta situação do PS. Não propriamente o resultado eleitoral em si, mas as consequências, oportunisticamente aproveitadas por A. Costa com vista à sua ascensão na carreira política. Alguns barões do PS, provavelmente à espreita de ascenderem de novo ao poder, não hesitam em fazer de A. Costa o homem forte do Partido, mas é bom recordar que ele fez parte do governo de sócrates, também este ao momento, o homem forte do PS, e todos sabemos o resultado para o povo e o País dessa fortaleza humana. Em suma, A. Costa também é responsável e cúmplice por más políticas.

Repito, vamos continuar a apontar os "canhões" a passos/portas/cavaco, a máquina de destruição económica e humana deste Portugal moribundo!


Luis Cardeira

quarta-feira, 14 de maio de 2014

O VOTO CERTO PARA A MUDANÇA DESEJÁVEL.

Durante os últimos 38 anos o povo teve inúmeras oportunidades para manter o País bem assente e deslizante nos "carris", e desperdiçou-as, lançando este "comboio" com seu voto às mãos de seres demoníacos e egoístas. Este comboio que dá pelo nome de Portugal está descarrilado e assim irá continuar se o povo não aproveitar mais uma oportunidade no próximo dia 25, para recolocar o País no caminho do desenvolvimento económico, social e humano.
Teme-se que tudo vá continuar como antes, não obstante, porque uns são privilegiados e tudo farão para que assim continue, e outros, submissos e indigentes, porque lhes indicam aqueles símbolos sem se questionarem que há outras alternativas ainda não experimentadas, que têm mostrado provas da sua diferença completamente oposta à mentira, à roubalheira, à trapaça, à fraude e a todo o tipo de maleficência a que o próprio povo se deixou sujeitar. Outros ainda, irão virar costas ao maior problema do País (seu também), com abstenções, brancos e nulos, como se esta fosse uma forma inteligente de contribuir para alterar o rumo dos acontecimentos!
Aqueles que nos têm (des)governado, por muito que digam que a democracia tem que ser renovada, é pura fantasia, pois o ladrão não deixa de roubar até ser denunciado e condenado! Alguns até dizem agora em campanha eleitoral que vão pautar pela verdade, quando estão fartos de mentir ao povo. Ao fazerem tais afirmações perante a população, estão a confirmar a sua anterior conduta, baseada na mentira. Está-lhes no sangue, usar a mentira para atingir os seus fins! Mistificou-se neste País que quem não mente em campanhas eleitorais, prometendo o que à partida não pensa cumprir, não ganha eleições. Efectivamente tem sido uma realidade! E porque não o povo ter a coragem e inteligência suficientes para nas eleições que se avizinham trocar as voltas à mentira e à traição, votando em sentido contrário àquele a que estamos habituados?! O mundo está cheio de surpresas, e se os canalhas fossem surpreendidos nestas eleições???!!! Até os próprios eleitores ficariam surpreendidos!
O apelo que se pode lançar ao povo português para mudar o rumo do País, que é uma urgência inadiável, será o de aproveitar convenientemente a arma pacífica ao seu alcance (voto), condenando os corruptos e vigaristas e libertando o País da sua garra egoísta e destruidora.
O voto certo para essa mudança, é na CDU!

Luis Cardeira

sexta-feira, 9 de maio de 2014

PROPÓSITO MAQUIAVÉLICO DO CAPITALISMO MUNDIAL.

Circulam nas redes sociais noticias e vídeos sobre as reais intenções do capitalismo em reduzir o numero de seres humanos à escala mundial. Não dizem como nem quando! Mas não será difícil adivinhar as diversas formas como o poderão fazer: basta atentar nas guerras provocadas sem qualquer justificação e noutras com justificações forjadas, só porque governos de determinados países seguem uma linha política oposta aos promotores dessas guerras, com cobiça económica à mistura. Esta não será a única forma de pôr em prática essa intenção horrorosa. Não é necessário sair do nosso País para perceber isso! As medidas políticas implementadas por este governo de salafrários nos diversos sectores sociais, é bem exemplo dessas intenções. Por isso, pode-se admitir que esse estratagema já está em marcha!Estas notícias apresentam-se de tal forma cruéis que por vezes ficamos na dúvida sobre a sua intencionalidade. Mas não! Um destes dias ouvi na rádio o administrador português dum banco alemão em portugal, afirmando que o governo português tem que tomar medidas nesse sentido e, apresentou como exemplo a seguir (salvo erro) a Indonésia. Ora, muitas dessas medidas já estão tomadas e outras na forja!  Falou um representante do capitalismo mundial e, dada a imoralidade humana que demonstra esta gente diabólica, já nada espanta!Resta à população mundial tomar consciência e conhecimento destes propósitos, agindo em conformidade e união, sob pena das próximas gerações assistirem a um cataclismo humano de dimensões incalculáveis e devastadoras!

Luis Cardeira

quinta-feira, 17 de abril de 2014

OS INJUSTOS DA JUSTIÇA

Amigos, companheiros, camaradas, e todo o povo honesto e trabalhador, quer seja intelectual, micro, peq ou médio empresário.  O nosso País está refém da pior das máfias nacionais e internacionais, a maioria do povo foi votado ao abandono e à miséria, os cortes nos salários e pensões de mais baixos rendimentos são um facto, o desemprego uma chaga social, saúde e educação só para ricos, e como se isso não bastasse, assistimos diariamente à benevolência dos agentes da justiça em relação aos maiores e piores parasitas e corruptos, perdoando-os dos castigos que lhe deviam ser aplicados e libertando-os.  Nesta sociedade selvática, quem for honesto e viva do rendimento do seu trabalho corre sérios riscos de se tornar, não apenas num miserável mas num escravo dos novos tempos. 
Num mundo onde as novas tecnologias deviam servir para um progresso saudável e harmonioso da condição humana, assistimos a um retrocesso civilizacional e humano sem precedentes. 

Aos povos do mundo e a todos os cidadãos honestos de boa fé, só resta uma solução, a nossa união, a nossa força contra os criminosos, e a instauração duma sociedade onde os seres se respeitem mutuamente. Àqueles que teimem em continuar pela via do crime, do roubo e da corrupção, que lhe seja feita justiça popular, porque com a dos tribunais actuais não se pode contar.

O teor deste texto pode considerar-se um sonho, mas os sonhos também se realizam!

Luis Cardeira

domingo, 13 de abril de 2014

JUSTIFICAÇÃO DO INJUSTIFICÁVEL.

Se a coisa não fosse tão séria daria certamente para uma boa gargalhada!
Não é novidade alguns/as adeptos da abstenção e branco dizerem que a partidarite é toda igual, e justificam assim: "aconteceu isto e aquilo, foi aprovada esta e aquela lei (perniciosas) e a oposição nada fez". (De sublinhar, e para quem estiver minimamente atento e sem preconceito, que oposição real só há uma... as restantes são do faz de conta). É evidente haver em afirmações deste tipo um certo sentimento de frustração e maldade, forma triste e absurda de encobrir e justificar eventuais opções de voto partidário, entretanto confirmados como errados, cujos partidos agora contestam verbalmente. Frustração porque já terão votado nos partidos responsáveis pelo descalabro económico do País, PS/PSD/CDS, e acabaram por ver goradas as suas expectativas pessoais, apelando agora à abstenção e ao voto branco. Maldade porque colocam todos os partidos com representação parlamentar ao mesmo nível, sem nunca terem alterado verdadeiramente o seu sentido de voto, dando as mesmas oportunidades de poder aos que nunca o tiveram.
Em análise ao tipo de escrita manifesta sobre este assunto, nota-se que algumas dessas pessoas são portadoras de formação académica. E é aqui que se torna difícil entender quando vemos opiniões desta natureza, acabando por exigir à verdadeira oposição aquilo que ela não pode fazer enquanto tal, mas quando se trata de proporcionar o poder político, fazem-no sempre aos outros, através do voto expresso ou abstendo-se e votando branco. Mais uma vez, com atitudes destas se continua a branquear e permitir que os partidos do "arco" continuem alegremente no poder e a impor as suas políticas de ruína e roubo ao povo português.

Vá-se lá entender esta gente!!!

Luis Cardeira

sábado, 22 de março de 2014

AS OPINIÕES QUE INCOMODAM.

Claro que não sou comentador profissional, mas tenho opinião! 

Com os meios que temos actualmente ao nosso dispor e à velocidade com que nos chega tanta informação sobre o que se passa no País e no mundo, não é necessário ser especialista de coisa nenhuma para expor algumas ideias. Basta conhecer um pouco de história, sobretudo das ultimas décadas, recolher o máximo de informação (a mais credível) e analisá-la para perceber as reais intenções dos EUA, UE e seus satélites em relação ao mundo. 
Ainda há pouco escrevi sobre os acontecimentos da Ucrânia após a leitura de bastante informação (não apenas aquela que nos é vendida diariamente pela comunicação social da praça) e creio ter sido indirectamente criticado nas redes sociais, por fulanos que escondem a cara atrás de bonecos e se julgam superiores e conhecedores de tudo.  Estes jornaleiros estarão convencidos que só a opinião deles e dos profissionais do comentário conta e é verdadeira!
Compreendo perfeitamente a sua (deles) intenção, julgando menor a opinião de quem não é profissional mas pensa por cabeça própria. Deixá-los, pode ser mau estar relativamente a quem não se coíbe de opinar sobre assuntos relevantes ou vontade de esconder a realidade com que pactuam!
Porquê estas palavras? Depois do que escrevi sobre as tais intenções dos "policias" (???) do mundo, foram já vários os artigos que li sobre o mesmo assunto, esses sim, escritos por profissionais, cujas opiniões coincidem com a minha análise. Fiquei a saber não ser o único a formalizar opinião sobre um assunto internacional de tamanha importância!
Há muito que me ocorria a forma como a Rússia se permitia ficar "encurralada" no seu
espaço geográfico, com tantas bases e vasos de guerra norte-americanos já instalados em países em seu redor. Não é minha intenção defender as políticas duns e de outros, ambas são criticáveis, em causa está a realidade dos factos!  O certo é que os Russos não são trouxas e perceberam o perigo a que estavam sujeitos, apesar do regime russo actual nada ter a ver com ex-URSS. Deram um sinal claro ao ocidente da não disposição em aceitar a expansão predadora dos EUA/UE no caso sírio e terão posto um travão firme no caso ainda em desenvolvimento da Ucrânia.

Sempre que me sentir munido de informação suficiente e inspirado para escrever sobre qualquer assunto, irei continuar a fazê-lo, por muito que os jornaleiros locais não gostem!!!  

Luis Cardeira

sábado, 8 de março de 2014

UCRÂNIA, A LEGALIDADE E A DEMOCRACIA.


Comentar assuntos internacionais não será para todos com certeza, mas, 
convenhamos que há situações em que não é difícil dar uma opinião, mesmo não sendo jornalista ou especialista na matéria. 
Há situações tão claras e evidentes que não é necessário recorrer a meios de informação específicos, basta seguir com alguma atenção o que a comunicação social dominante nos vai "vendendo".
Posto isto não é novidade para ninguém que os recentes acontecimentos que levaram a um claro golpe de estado na Ucrânia com a ajuda de mercenários neonazis, alguns recrutados fora do País e que culminou com a destituição do presidente democraticamente eleito Viktor Yanukovych. 
Perante estas duas situações torna-se evidente que o presidente legitimo (quer se goste ou não) foi deposto das suas funções, e, tanto o que é dado saber através dum jornalista português, com bons conhecimentos do que se passa em toda a zona leste da Europa, ele foi obrigado a fugir por estar em risco a sua vida e da sua família. "Se não fugisse era pendurado", palavras desse jornalista insuspeito num canal de TV, reconhecendo também haver neonazis no meio desses grupos insurrectos.
É certo e sabido que o ocidente dum modo geral não considera ilegítimo o actual poder ucraniano, cujo poder foi usurpado pela força à democracia.

Transferimos então este cenário para Portugal onde grupos de milícias treinados e armados pela esquerda ou extrema esquerda, iriam tentar derrubar o presidente Cavaco Silva, (calhando havia razões mais fortes que na Ucrânia) eleito democraticamente. Nem é bom pensar no coro de políticos, comentadores e seus seguidores que iria fazer-se ouvir no mais recôndito canto deste País e mundo fora. Quanto à legitimidade e democraticidade actual do poder na Ucrânia, esses mesmos políticos e comentadores nada dizem!  Limitam-se a criticar a tomada de posição russa na Crimeia e a considerar Putim como o papão do leste Europeu, quando ao que se sabe há acordos entre a Ucrânia e a Rússia que permitem a esta tomar a iniciativa em questão. Quanto mais não fosse, estava em risco a segurança de largos milhares (se não milhões) de cidadãos russos. Ao contrário dos EUA que se permitem invadir um qualquer País sem permissão das instâncias internacionais e sem qualquer legitimidade.  Basta apenas que um País soberano seja rico em matérias primas apetecíveis e a sua política lhe seja adversa!

Não está aqui em causa se os ucranianos são maus e os russos os bons ou vice-versa, em causa está a atitude de gente que, quando interessa não importa a ilegalidade nem a defesa da democracia. Ao contrário, é a verborreia que conhecemos!!! 

Luis Cardeira

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

O PERIGO DUMA TERCEIRA GUERRA MUNDIAL PODE ESTAR PRÓXIMO.


Que não haja duvidas da marcha acelerada dos EUA com o apoio da UE no sentido de acorrentar os povos do mundo aos seus ditames mais retrógrados, antidemocráticos e desumanos. 
A Rússia se não se opuser energicamente a tal propósito, ficará cercada, vigiada e com armas à sua porta prontas a entrar em acção caso algo aconteça que seja contra os interesses políticos dos EUA. A seguir será a China e temos um mundo completamente dominado por demoníacos da pior espécie humana. Ou então alguém reage à altura e pode ser a 3ª guerra mundial com consequências inimagináveis e devastadoras para a humanidade!  
Uma situação de domínio total por um estado como são a elite de políticos e grandes empresários aventureiros (alta máfia) dos EUA, só pode comparar-se a uma prisão, não de presos propriamente ditos, mas de cidadãos agrilhoados e destituídos de todos os direitos mais elementares do ser humano. Seremos feitos escravos altamente vigiados e controlados por carrascos.

Chegou o momento de todos os cidadãos e cidadãs honestos, defensores da paz, da independência nacional e de sentimento democrático, tomarem plena consciência desta situação, que perece mais próxima que nunca. 
Quando se pensava que a 3ª guerra mundial podia acontecer durante o período que se designou de "guerra fria", onde havia uma ordem mundial mais equilibrada, eis que ela está muito mais próxima nos dias que correm.

ALERTA AOS POVOS DO MUNDO, O FUTURO E SOBREVIVÊNCIA DA HUMANIDADE ESTÁ EM RISCO!!!

Luis Cardeira

sábado, 22 de fevereiro de 2014

AS CONTRADIÇÕES E OS INTERESSES

Nunca como hoje o povo precisa estar unido para lutar sob todas as formas possíveis e imaginárias, contra a selvajaria criminosa que se apoderou do poder em Portugal. Precisamos muito dessa união e acção, mas que seja convicta e determinada, por um ideal de mais igualdade e distribuição da riqueza criada por todos!  Não precisamos tanto daquelas figurinhas bem conhecidas do grande publico que agora vêem escrever e publicar nas redes sociais, o seu desacordo sobre este estado miserável e decadente.  Essas figuras que, enquanto não lhe tocaram na reforma ou salário, nunca tiveram olho nem coragem (porque a coisa dava...) para denunciar aquilo que alguns (poucos) previram iria acontecer mais tarde. A estes nunca terão dado ouvidos, talvez alinhando naquelas frases do, "pararam no tempo", "não evoluem", etc.etc...
Provavelmente estiveram com m. soares, enquanto 1º ministro e PR. Terão estado com c. silva que esbanjou rios de dinheiro em auto-estradas onde só eles agora circulam e destruiu o que de melhor existia em Portugal: indústria pesada, agrícultura e pescas. Terão estado com Guterres que permitiu a muitos fazer fortuna à custa do erário publico com a expo 98 e estádios de futebol que só a alguns (pouquíssimos) servem, os restantes estão ao abandono ou custam fortunas em manutenção, e ainda outros que já tiveram voz de demolição. Terão estado com d. barroso/portas cuja primeira medida que contrariou as suas promessas eleitorais foi o aumento do IVA, e o negócio obscuro dos submarinos, para não dizer ruinoso, através dum dos maiores trafulhas que a política portuguesa já conheceu...

Pelo escasso tempo que durou o governo de p. s. lopes, não justifica perder tempo nem gastar tinta. Adiante! Terão apoiado sem reserva o trauliteiro e vaidoso sócrates, cuja governação mais não foi que um forte impulso no caminho que vinha sendo seguido e que levou à chamada dessa coisa mais conhecida por troika, a que alguns apelidam de parceiros.  Agora, com total submissão destes energúmenos do psd/cds, o País está a levar a machadada final!  

Finalmente terão também apoiado o actual governo, ou no mínimo terão assobiado para o ar, como que a dizer: "oh Abreu olha aí o meu..."


Luis Cardeira